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Ser chefe não faz de você um líder......!!!!! parte 1


O principal elemento estratégico das organizações é o capital humano e para alocar as pessoas e as organizações nas direções da produtividade, lucros e resultados, faz-se necessário manter os colaboradores sempre motivados. Entretanto para que isso ocorra de forma ordenada e satisfatória, é fundamental a presença de um profissional que lidere e inspire esta equipe a construir um bom relacionamento entre si e com a organização em que estão comprometidos, a fim de buscar cumprir as metas da companhia como se fossem suas. Mas afinal o que constitui um grande líder? Qualquer um pode ser líder? Será que isto é um privilégio que poucos tem? Logo entende-se que a ausência de um líder, ou mesmo uma liderança inadequada, pode causar consequências prejudiciais à empresa e aos colaboradores.
Em vista do cenário supra exposto, desenha-se como objetivo central do presente artigo, debater de maneira conceitual sobre as consequências de um chefe que não é líder no comando de uma equipe.  A fim de traçar um caminho coerente para o desenvolvimento do tema, elencam-se como objetivos específicos: abordar sobre a liderança nas empresas; e, debater sobre as possíveis consequências de um mau líder tanto para a equipe de profissionais quanto para a empresa. Desta forma, a problemática de pesquisa a ser solucionada à finalização desse, paira sobre a questão: quais são as possíveis consequências de uma má liderança para os colaboradores e para quem está liderando, assim como para a empresa? O que acontece quando temos um bom chefe que não tem o discernimento para liderar?
Uma boa liderança é essencial em todas as organizações humanas principalmente nas empresas e em todas as demais áreas da administração. Um gestor que conhece a motivação humana e sabe conduzir pessoas é um líder e o sucesso dele e da empresa é certo.
O mercado atual vem exigindo profissionais não só bem qualificados , mas cada vez mais diferenciados, desta forma ser chefe não é exatamente ser um líder, pra isso precisamos desenvolver certas habilidades, que veremos ao longo deste artigo, devido à alta concorrência; e um profissional bem treinado e preparado pode ser o diferencial para qualquer empresa que busca crescimento com coerência e responsabilidade.
A posição de liderança em uma empresa ou organização é algo que significa uma série de mudanças. A começar pela nova rotina de trabalho que virão com as novas responsabilidades comuns dessa função. Ao ocupar um cargo de chefia, o profissional deve estar ciente de toda a responsabilidade e da relevância dessa função para a empresa. O que é importante salientar aqui é que nem todo líder é chefe, mas é fundamental que os chefes sejam bons líderes. Quem tem dificuldade para falar ou ouvir pode impactar na maneira como a equipe percebe o próprio papel dentro da empresa. Por medo de perder o controle ou eventualmente até de perder a posição, é muito comum os chefes centralizarem todos os processos ou não fornecerem as informações necessárias, o que pode gerar um ambiente de insegurança.
Cada funcionário tem um leque de competências e habilidades diferentes, oferecer desafios, incentivar cursos, exigir novas responsabilidades são maneiras de estimular o crescimento. Por outro lado, se ele está sempre minando novas ideias, em vez de instigar a criatividade e a inovação, os funcionários podem caminhar rumo à estagnação.
Adversidades surgem sempre. Às vezes, as coisas simplesmente não acontecem como a gente planejou. Os projetos afundam, o dinheiro pode acabar. O gestor precisa estar preparado para lidar com este tipo de coisa sem perder o controle da situação e, principalmente, sem acabar com o otimismo da equipe. É difícil, mas enxergar as lições deixadas por cada dificuldade faz com que os colaboradores se sintam mais seguros, confiantes e motivados a aprender a seguir adiante sem repetir os mesmos erros.
Quer saber mais sobre este assunto? Fique ligado nas próximas publicações do Blog Soul RH. 😉

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